Em novembro de 2025, a literatura brasileira viveu um daqueles momentos que merecem ser guardados, como uma fotografia rara que marca uma virada de tempo.

A escritora Ana Maria Gonçalves tomou posse na Academia Brasileira de Letras, tornando-se a primeira mulher negra entre os 44 imortais da instituição. Um passo simbólico, histórico e profundamente necessário para a cultura brasileira.

Mais do que ocupar uma cadeira, Ana Maria chega com propósito. Em seu discurso, ela aponta caminhos que ecoam para além da Academia:

“Assumo para mim, como uma das missões, promover a diversidade nessa casa… uma abertura maior para o público, verdadeiro dono da língua que aqui cultivamos… e um maior empenho na divulgação da literatura brasileira. E isso, podendo ser quem eu sou.”

Ana Maria Gonçalves.